Valverde pede criação de segunda divisão nacional

Em futsal feminino
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A ideia não é nova e ganhou agora outro fôlego. A presidente e treinadora do Grupo Desportivo de Valverde, Catarina Rondão, há muito que defende a criação de uma II Divisão de futsal feminino. O clube do concelho do Fundão teve a iniciativa de criar o movimento #DividirParaUnir e viu quase todos os clubes que iriam disputar a Taça Nacional de futsal feminino subscreverem uma proposta, entregue a semana passada na Federação Portuguesa de Futebol (FPF), com esse propósito.

Foram 23 os emblemas que apoiaram o desejo de criar um escalão intermédio, para que a modalidade possa evoluir. Dos clubes apurados para a Taça Nacional, apenas o Maia não subscreveu o documento. Os restantes emblemas contaram com o apoio das respectivas associações de futebol, através das quais fizeram chegar a proposta à FPF.

Devido à pandemia provocada pela covid-19, a FPF decidiu que não vai haver descidas do escalão principal e a realização da Taça Nacional, prova em que os campeões distritais e alguns segundos classificados iriam disputar a subida, é uma incógnita.

Para Catarina Rondão, treinadora e presidente do Grupo Desportivo de Valverde, campeã em Castelo Branco, esta é a oportunidade ideal para concretizar uma ambição de há muito: a criação de uma II Divisão nacional, que atenue a discrepância para quem passa dos campeonatos distritais para a I Divisão e o contrário.

“Tendo em conta as circunstâncias, esta é a oportunidade de concretizar uma ideia que é consensual entre os clubes. Há tempo para se falar, para se pensar, para aplicar. Nós temos a ambição de chegar à I Divisão, não sabemos o que vai acontecer com a Taça Nacional e, neste momento, está uma época inteira no caixote do lixo. Esta proposta beneficiaria toda a gente”, defende, em declarações ao NC, a presidente do Valverde, emblema com duas jogadoras internacionais no plantel, Rute Duarte e Rita Sousa, que na última temporada desceu ao campeonato distrital.

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