Rocha quer solução para “mono” da central de biomassa

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“Ou a central começa a funcionar ou então temos ali um mono”. É esta a opinião do presidente da Câmara de Belmonte, António Dias Rocha, sobre a central de biomassa existente no concelho, numa das margens do rio Zêzere, que foi inaugurada em 2010, mas que há já vários anos foi desactivada.

Em Abril de 2018, o autarca revelara que haveria um investidor interessado em reactivar a estrutura, mas o processo parou. “Nunca mais fomos contactados. A empresa que nos mostrou interesse nesse projecto estabeleceu esse contacto através de um advogado do Porto, mas nunca mais nos disse nada. De qualquer forma, e uma vez que temos boas relações com o proprietário, vamos tentar falar com ele e saber quais são as intenções dele em relação ao futuro”.  
Dias Rocha recorda que Jorge Seguro, ex-secretário de Estado da energia, natural de Penamacor, já não ocupa esse lugar, ele que revelara interesse em “resolver este problema. Temos de encontrar uma solução” frisa o autarca belmontense. Rocha recorda que no Fundão está a ser construída uma central “grandiosa”, para funcionar, e questiona: “ Não há matéria-prima para que a de Belmonte possa também funcionar?” 

O presidente da Câmara diz estar preocupado, mas acrescenta que na altura, o que lhe transmitiram foi que, para ser rentável, a central teria que “duplicar a sua capacidade de intervenção. Vamos ver o que acontece”.    

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