“Que o próximo ano seja de viragem”

Vítor Pereira espera um ano “mais tranquilo”, em que a prioridade será “a saúde”, depois de um 2020 em que a pandemia dominou o quotidiano. Mais emprego e rendimentos são também desejos do autarca covilhanense
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O presidente da Câmara da Covilhã, Vítor Pereira, espera que 2021 seja um ano diferente, e de “viragem”, depois de um 2020 que não deixa saudades, sobretudo devido aos constrangimentos criados pela pandemia.

O autarca, que também ele próprio foi infectado pela covid-19, deseja um ano de “muita paz e esperança”, com “a alegria possível”, lembrando que, aos pés da doença, morreram “muitos cidadãos”. Pelo que, a saúde é o principal desejo para o ano vindouro.

“Quero exprimir o profundo desejo de que o próximo ano seja mais tranquilo, mais saudável. Quando falo da saúde, falo de um bem fundamental que valorizamos cada vez mais, com este maldito vírus. Que seja um ano de viragem em que a vacinação venha a produzir os seus efeitos” frisa o presidente da Câmara da Covilhã, que deposita “grande esperança na vacina” para resolver problemas de saúde e depois, “a jusante, problemas de natureza social e económica, que andam sempre ligados”. Por isso, que 2021 “traga mais esperança, robusteça as nossas vontades e desejos, e que aquilo que seja possível concretizar, ocorra, de acordo com o nosso ânimo.”

No que toca à vacinação contra a covid-19, o autarca diz que, assim que haja um plano decretado pelo Governo, a Câmara estará disponível para ajudar, “sobretudo em termos logísticos”. Vítor Pereira afirma que “a vacinação é a prioridade” do próximo ano e, embora não seja a solução de todos os problemas, “é o primeiro grande passo para os ultrapassar.”

Problemas que não são só de ordem física, mas também social, pelo que o autarca também deseja um novo ano em que “todos os que não têm emprego o consigam retomar, que haja um aumento de rendimento para as famílias e empresas, que todos produzam mais e que todos tirem maior partido dessa riqueza”. Vítor Pereira expressa ainda a ideia de que é preciso “tirar ilações desta crise, desta pandemia, porque temos que estar todos mais atentos e organizados, mais proactivos. Que saibamos ultrapassar divergências, aquelas que são evitáveis. Uma coisa é a sã discordância e debate, outra é aquilo que se deve evitar, que é danoso.”

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