Quase dois mil em marcha contra a violência

Cerca de 1.900 alunos de escolas do concelho da Covilhã participaram, segunda-feira, na Marcha Contra a Violência no Namoro
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Debateram o assunto nas escolas, prepararam slogans para faixas e cartazes e, na manhã da última segunda-feira, 25, Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres, os alunos de todos os agrupamentos de escolas da Covilhã participaram na Marcha Contra a Violência no Namoro, que saiu do Pavilhão da Anil e passou pela Alameda Europa.

Eram esperados 1.700 jovens. Segundo Rosa Carreira, da organização, a Coolabora, apareceram cerca de 1.900 alunos do 5.º ao 12.º ano de escolaridade, a empunhar mensagens de alerta, numa iniciativa que contou com a presença do presidente da Câmara da Covilhã e do secretário de Estado da Juventude e do Desporto, João Paulo Rebelo.

Os ciúmes não são uma prova de amor. São um alerta da falta de confiança que deve existir nas relações. Este é um comportamento de risco para o qual João Costa, 14 anos, chama a atenção, enquanto ajuda a segurar na tarja onde se lê “Uma história de amor, não de terror”.

“O único que deve bater é o coração”. “Não deixes a violência ser uma tendência”. “Saber dizer basta”. “Amor violento não existe”. “Amar e maltratar não pode rimar”. “Quebra o silêncio enquanto tens voz”. “Uma denúncia vale mais do que mil perdões”. “A pior cicatriz é a que fica na memória”. Estas foram algumas das mensagens exibidas.

(Reportagem completa na edição papel)

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