Plataforma quer “suspensão imediata” das portagens

Na A23 e A25, pelos efeitos provocados pela pandemia
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A Plataforma pela Reposição das SCUT’s (sem custos para o utilizador) na A23 e A25, enviou esta semana um ofício à ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, em que quer saber qual é a possibilidade de “suspensão imediata das portagens” nestas duas vias face à pandemia covid-19 que, segundo a mesma, está a ter efeitos devastadores na região.

Num documento assinado por José Gameiro, presidente da Associação Empresarial da Beira Baixa (uma das sete entidades que constitui a plataforma), o movimento pede que seja feito um ponto da situação sobre o tema da redução dos preços das portagens na A23 e A25, que o Governo anunciou que entrariam em vigor no final terceiro trimestre deste ano.

“A crise covid-19 está a ter um efeito devastador em todos os sectores económicos e sociais e é agora crucial promover todas as medidas de apoio que minimizem os seus efeitos” frisa a Plataforma, que elogia as medidas que estão a ser implementadas pelo Governo, embora entenda que “mais poderá e terá que ser feito”. Até porque “a retoma da economia não tem atingido os resultados esperados e tememos que a partir deste mês de Setembro se entre numa fase de maior incerteza” acrescenta.

Sendo, segundo o movimento, a pandemia covid-19 apontada como “o maior choque económico, financeiro e social deste século”, exige “medidas excepcionais de apoio”. E, se as SCUT foram criadas sem cobrança ao utilizador, mas depois foram introduzidas portagens para ajudar a “controlar o défice do País”, como medida de excepção, agora “é fundamental a reversão desta medida numa lógica de apoio à recuperação das actividades empresariais, manutenção dos postos de trabalho e nível de rendimento das famílias”. A Plataforma vinca que “neste cenário de crise, as portagens deveriam ser suspensas”.

(Notícia completa na edição papel)

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