Paulo Roberto diz que falta o 12º jogador ao Covilhã

Antiga glória serrana regressou há cidade onde jogou 33 anos depois
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Paulo Roberto saiu do Sporting da Covilhã há 33 anos, onde viveu tempos áureos, mas o brasileiro afirma ter ficado com o clube “no coração” e é a quinta vez que regressa à cidade onde criou tantas recordações.

Durante quatro dias na Covilhã, aproveitou para estar com os amigos, ver o jogo dos serranos e visitar as novas instalações do clube. O ex-médio sentou-se na sala de imprensa, entrou nos balneários agora personalizados, nas restantes salas, viu a zona administrativa, a tribuna presidencial e manifestou-se satisfeito com “a evolução” nas infra-estruturas, mas mostrou-se surpreendido com o número reduzido de público a assistir à partida do último sábado, tendo em conta que os serranos entraram em campo na liderança do campeonato.

Das duas épocas passadas nos “leões da serra” Paulo Roberto, a viver no estado de Santa Catarina, tem viva na memória “a paixão da torcida” serrana. Adeptos que lotavam o Estádio Santos Pinto, onde as pessoas enchiam o peão, as bancadas, se penduravam nos muros, nas casas em volta até não caber mais ninguém. Mesmo com chuva, vento e o jogo transmitido na televisão, o brasileiro, agora com 59 anos, estranhou que a equipa, na frente do campeonato, não sentisse maior apoio nas bancadas, um incentivo extra que costumava sentir em campo e que, acredita, ajudou a vencer muitos jogos.

“As pessoas eram muito apaixonadas, eu via o estádio sempre lotado, com pessoas em cima dos muros, nas casas. Isso nos fortalecia. Houve momentos em que os jogos estavam difíceis e nós tínhamos de dar o retorno a uma torcida destas, que nos dava força anímica”, recorda Paulo Roberto.

(Reportagem completa na edição papel)

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