Juntas de freguesia dão apoio monetário às marchas

A acrescentar à verba de 3.250 euros atribuída pela Câmara Municipal a cada participante, as seis colectividades da Covilhã e Canhoso recebem um valor adicional de 500 euros e o Rancho da Boidobra mais 250 euros
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As marchas da Covilhã, que voltam a sair à rua no dia 15 de Junho no Pelourinho e dia 22 no Complexo Desportivo da Covilhã, contam com a participação das mesmas sete colectividades do ano passado. Para além do apoio de 3.250 euros por parte da Câmara Municipal, a União de Freguesias da Covilhã e Canhoso atribui uma verba adicional de 500 euros a cada uma das seis agremiações das duas localidades e a Junta de Freguesia da Boidobra dá ao Rancho Folclórico local 250 euros para ajuda das despesas de organização. 

O primeiro dia de apresentação, com início no Campo das Festas, num desfile até ao Pelourinho, dia 16, culmina em frente à Câmara Municipal da Covilhã com uma apresentação de cinco minutos. Para 22 de Junho está agendada a segunda coreografia, no Complexo Desportivo da Covilhã, com a duração prevista de 12 minutos.

A edição deste ano foi apresentada, em conferência de imprensa, no último dia 15, na Câmara da Covilhã, na presença dos representantes das várias agremiações, que anunciaram o tema escolhido. 

O Vitória de Santo António, de acordo com o sorteio a primeira marcha a desfilar, vai homenagear quem dedicou o seu tempo ao associativismo e, em especial, à colectividade, com o tema “Coração do Bairro”. O Grupo Desportivo da Mata escolheu “Das Marchas ao Bailarico com Sardinha, a Mata é Rainha”. Na sua segunda participação, o Rancho da Boidobra, com a intenção de “trazer à memória o que eram os bailes na freguesia, apresenta o “Baile de São João”. 

O Águias do Canhoso vai destacar “A Árvore da Vida”, numa homenagem a D. Alice, a quem o grupo quer agradecer enquanto a madrinha da marcha pode participar na iniciativa. É um tema “enigmático”, “excêntrico”, o que o Académico dos Penedos Altos promete apresentar, “que nada tem que ver com bairrismos, mas com a Covilhã”, informa a coreógrafa, Susana Cunha, sem adiantar mais pormenores. Segue-se o Oriental de São Martinho, para quem a arte, em particular a pintura, foi a forma escolhida para falar da liberdade. O tema é “Aguarela da Liberdade” e vai ter referências ao 25 de Abril. A fechar o cortejo surge o GIR do Rodrigo, que dedica a sua apresentação à Feira de São Tiago e a um universo onde cabem carrocéis, farturas e o algodão doce.

(Acompanhe a reportagem na íntegra na edição impressa)

Ana Ribeiro Rodrigues

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