“Há uma Covilhã antes e depois do Coro Misto”

Coro Misto assinala 30 anos de vida com uma exposição fotográfica que retrata o seu percurso
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A inauguração de uma exposição, o lançamento de um CD e a homenagem aos que ajudaram ao percurso da instituição. Foi assim, no passado sábado, 8, que o Coro Misto da Beira Interior assinalou os seus 30 anos de vida. Entre os homenageados, o antigo primeiro-ministro José Sócrates, que não esteve presente mas mandou uma mensagem em que se disse “sensibilizado” com o gesto.

Segundo o maestro, Luís Cipriano, sete pessoas distinguidas pelo “seu empenho” na concretização de alguns objectivos, como a ida à Palestina ou Vaticano, patrocínios, gravações de CD’s e outras iniciativas. Além de José Sócrates, foram homenageados Paulo de Oliveira (empresário), Marta Oliveira (empresária), João Magalhães (empresário), Alçada Rosa (antigo governador civil de Castelo Branco), Martinho Lopes (padre) e Vítor Pereira (presidente da Câmara da Covilhã). “É um agradecimento que era devido, porque o Coro tem memória e não esquece aqueles com quem se cruzou e aqueles que estiveram ao nosso lado e estamos a falar de todos, sem excepção”, diz Luís Cipriano, que entregou diplomas de mérito e a figura de uma ovelha.

A exposição, que estará patente ao público até final de Abril na Biblioteca Municipal, dá a conhecer momentos que habitualmente o público não vê, tais como aventuras de viagens. “É o caso da viagem de ida e volta para a Alemanha a comer salsichas, até à interrupção de um concerto por ameaça de bomba que aconteceu na Covilhã e não, como poderia ser provável, na Palestina”, acrescenta Luís Cipriano. O Coro lançou ainda o CD “Memories”, que mostra os principais trabalhos do coro ao longo dos 30 anos.

Luís Cipriano, que agradeceu a todos os homenageados, recordou que foi com Vítor Pereira na Câmara que o Coro ganhou “a estabilidade que faltava”, havendo um Coro Misto “antes e depois” do autarca covilhanense. O presidente da Câmara também ele disse que há “uma Covilhã antes e depois” do Coro Misto, que “transformou” a cidade em termos culturais, e divulgando a Covilhã “no mundo”.

(Artigo completo na edição papel)

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