Filarmónica Carvalhense quer continuar a formar músicos

Escola de Música tem as inscrições abertas. Ensino é gratuito, tal como o transporte para quem precise de se deslocar
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Ana Lucas, 26 anos, teve o primeiro contacto com a música aos 14, na banda, e fez da área profissão. Hoje continua a integrar as fileiras da Filarmónica Recreativa Carvalhense e é a professora da Escola de Música, que tem as inscrições abertas para o próximo ano e pretende retomar a actividade no final de Setembro.

Actualmente com 20 alunos, entre eles um adulto, o objectivo é sobretudo formar músicos para a filarmónica. O ensino é gratuito, tal como o transporte, para quem é de fora da localidade e precisa de se deslocar para as aulas, que decorrem nas tardes de sábado, entre as 14h e as 17h, divididas em duas turmas, em função dos conhecimentos adquiridos e da idade, a partir dos nove anos.

Para Ana Lucas, como para vários colegas que fizeram formação superior e se tornaram músicos profissionais, “foi aqui que tudo começou, foi o ponto de partida” para um futuro que não estava no seu horizonte. Mas a professora sublinha que a música é importante mesmo para quem não tencione fazer disso um modo de vida.

Além de se poder gratuitamente aprender a ler uma pauta e a tocar um instrumento, ganha-se a oportunidade de entrar “numa família” que integra várias gerações e vive um “espírito de união”. Ana, como outros, viveu essa experiência de aprender as primeiras notas, os nervos da transição para a banda e do primeiro ensaio com os músicos, as dificuldades, progressivamente ultrapassadas, de tocar e marchar ao mesmo tempo, os fins-de-semana de Verão a calcorrear as ruas de várias localidades, em festas e romarias.

 

Mais informação na edição impressa do NC.

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