Falta de pessoal no lar é dificuldade na Santa Casa

Neto Freire, reeleito provedor, queixa-se da falta de pessoal especializado para trabalhar em lar. Recuperar antigo hospital e criar unidade de cuidados continuados são projectos para o futuro
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“No lar, as coisas estão complicadas no recrutamento de trabalhadores. Hoje, na cozinha, temos brasileiros, pessoas da Turquia, porque neste momento não há pessoal especializado para trabalhar no lar. É certo que temos mais gente, passámos de 105 para 122 camas, mas há dificuldades em ter pessoas para este tipo de serviço.” É este um dos principais problemas existentes na Santa Casa da Misericórdia da Covilhã, segundo o seu provedor, Neto Freire, que na passada sexta-feira, 24, tomou posse para um novo mandato de quatro anos à frente da instituição.

Recorde-se que Neto Freire liderou a única lista a sufrágio para os órgãos sociais da Santa Casa, que venceu o acto eleitoral que decorreu em Dezembro de 2019. Uma lista “sem grandes alterações, com quase praticamente os mesmos elementos que já estavam”, havendo apenas “duas ou três alterações para preencher lugares vagos” frisa.

(Notícia completa na edição papel)

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