Diocese cria comissão para proteger menores e vulneráveis

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O Bispo da Guarda, D. Manuel da Rocha Felício, nomeou no passado dia 8 os elementos que farão parte da nova Comissão de Protecção de Menores e Vulneráveis, criada na Diocese para “a máxima garantia de segurança em todas as suas instituições e ambientes que acolhem menores e outras pessoas especialmente vulneráveis” explica no decreto de nomeação.

A mesma é liderada por João Inácio Monteiro, juiz desembargador jubi­la­do da secção criminal do Tribunal da Relação de Coimbra. E integra ainda Manuel Portugal, ex-director da PJ na Guarda, Marta Capelo, psicóloga clínica e da justiça, Josefa Almeida, professora com experiência no acompanhamento de crianças e jovens em risco, e o cónego Carlos Alberto Lages, licenciado em Direito Canónico.

Segundo o Bispo da Guarda, a esta Comissão estão confiadas algumas responsabilidades, como “ouvir quem afirmar ter sido vítima de exploração, de abusos ou outros maus tratos, sozinho ou acompanhado”, fazer uma avaliação das queixas apresentadas e procurar “encaminhá-lo quer para o acom­panha­mento humano e espiritual, quer para a competente autori­dade judicial, quer civil quer canónica”, explicar ao ofendido quais são os seus direitos e o modo de os fa­zer valer, “nomeadamente recomendando ao próprio e sua tutela edu­cativa o recurso às competentes autoridades judiciais, quer civis quer canónicas”, procurar preservar, o mais possível, “a imagem e privacidade do quei­­­xoso, como dos outros implicados bem como a confidenciali­da­de dos dados pessoais” e estar disponível para fazer esclarecimentos “que sejam solicitados pe­las instituições sobre boas práticas na protecção de menores e vul­­ne­ráveis.”

A Comissão Diocesana de Protecção de Menores e Vulneráveis terá a sua sede nas instalações do Seminário da Guarda. Os contactos com a Comissão podem ser feitos por carta ou por correio electrónico para o seguinte endereço: protecao.menores.vulneraveis12@gmail. com

“A Comissão Diocesana de Proteção de Menores e Vulneráveis, cujos membros foram oportunamente informados sobre as responsa­bi­lidades que lhes são cometidas, inicia a sua actividade imedia­ta­men­te após a publicação deste decreto, com a data abaixo indi­cada” explica D. Manuel Felício.

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