Câmara desiste de ampliar Arquivo Municipal

Vítor Pereira diz que, hoje, isso tornar-se-ia "inútil"
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O Arquivo Municipal já não vai ser ampliado. Em virtude dessa decisão, a Câmara da Covilhã aprovou a reversão do terreno expropriado para o efeito. Devolve o espaço e recebe do proprietário a verba paga, segundo o presidente do município, Vítor Pereira, 22 mil euros.

A proposta foi votada na reunião pública de sexta-feira, 25, com a abstenção de José Luís Adriano, vereador do CDS em substituição de Adolfo Mesquita Nunes.

“Chegou-se à conclusão que o que ele existe é suficiente, até porque, hoje em dia, com a desmaterialização, não há um aumento exponencial de arquivo em suporte físico. Tornava-se inútil e até, de alguma forma, poderia vir a descaracterizar aquilo que é um emblemático edifício da Covilhã”, explica Vítor Pereira.

Segundo o autarca “está tudo tratado com o proprietário” e vai-se “voltar à anterior situação, que é devolver o terreno ao proprietário e o proprietário devolver o dinheiro a Câmara”.

O espaço em causa era contíguo a um edifício habitacional, ao lado da área utilizada como estacionamento.

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