Bispo aconselha romagem “pessoal” ao cemitério

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Cada um, à sua maneira, em horas convenientes, e sem ajuntamentos, podemos fazer a nossa romagem aos cemitérios. É esta, em suma, a mensagem deixada pelo Bispo da Guarda, D. Manuel Felício, sobre o Dia de Finados, que este ano será “diferente”,

Segundo o prelado, numa altura em que se aproximam as datas em que, por hábito, as pessoas fazem memória dos seus ente queridos, em celebrações de sufrágio e romagens, e tendo em conta que este ano, “pelas razões conhecidas, não podemos fazer as habituais romagens aos cemitérios, em grupo alargado e presididas por ministros da Igreja, como em anos anteriores”, não se fica, no entanto, dispensado de fazer essa memória agradecida “daqueles que por nós fizeram tudo o que estava ao seu alcance. Guardamos o seu testamento de vida e procuramos dar-lhe o devido cumprimento com as nossas opções e comportamentos.”

O Bispo da Guarda recorda que haverá oração de sufrágio “por todos e cada um deles” e, “na medida do possível, procuraremos participar em alguma das Celebrações Eucarísticas marcadas e anunciadas com essa finalidade, sempre no respeito pelas regras de combate à pandemia que são conhecidas.” Todavia, “mesmo sem romagens aos cemitérios presididas por ministros da Igreja, como é tradicional, tanto nós sacerdotes como as pessoas em geral não ficamos dispensados de fazer a nossa romagem, pessoal ou em família, em horas convenientes, para nos recolhermos, junto às campas dos que nos são mais queridos, em memória agradecida e também em oração de sufrágio.”

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