Arte Urbana e Centro Histórico deram novamente as mãos

A sétima edição do Festival Wool contemplou diversas iniciativas, trouxe à Covilhã mais quatro artistas e aumentou para 32 as peças de grandes dimensões na cidade
0
118

Durante a semana em que decorreu mais uma edição do Wool – Festival de Arte Urbana da Covilhã, a sétima, muita gente circulou pelas artérias do Centro Histórico a acompanhar a evolução dos murais. Filomena Fazenda, 68 anos, e o marido, Augusto Fazenda, de 69 anos, fizeram-no no último dia do evento, depois de receberem mensagens de vários conhecidos que foram vendo na Internet ou ao vivo os seus rostos.

Quando mais uma visita guiada se aproxima da parede pintada pelo catalão Jofre Oliveras na Rua das Portas do Sol e um grupo se afasta, o casal de antigos operários contempla o resultado final do trabalho a que serviram de inspiração e vai ouvindo as apreciações de quem observa. “Ele está mais natural, eu pareço muito mais gorda, acho que é da roupa”, comenta, a rir, Filomena, há mais de 50 anos elemento do Rancho da Boidobra.

No Largo Valério de Morais chama a atenção a imagem do casal, vestido com as roupas do quotidiano, ao lado de um rapaz a envergar um impactante vestido vermelho, em forma de coração, desenhado por uma aluna de Moda na Universidade da Beira Interior. O fundo faz lembrar o ambiente de uma discoteca, precisamente onde a fotografia de Lucía Herrero foi tirada, na &Companhia. O rural e o cosmopolita. O tradicional e o moderno. O contraste de que são feitas as comunidades.

(Reportagem completa na edição papel)

Deixe um comentário