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Marchas nos dias 16 e 23 de junho

2018-05-03
 


 
Na Covilhã

 

As Marchas da Covilhã voltam a sair à rua, nos dias 16 e 23 de Junho, com a participação de sete colectividades. O Rancho Folclórico da Boidobra é a novidade deste ano.

 

O ponto alto está agendado para a noite de 16 de Junho, dia em que se desfila entre o Campo das Festas e o Pelourinho, onde é feita a apresentação de cada marcha. Uma semana depois o epicentro é no Complexo Desportivo.

 

Reactivada há dois anos, depois de uma década de paragem, a iniciativa conta com a participação do Vitória de Santo António, do Académico dos Penedos Altos, do G.I.R. do Rodrigo, do Oriental de São Martinho, do Rancho Folclórico da Boidobra, do Grupo Desportivo da Mata e do Grupo Desportivo Águias do Canhoso, por esta ordem, ditada pelo sorteio.

 

Cantar Galo e Vila do Carvalho, marcha que no ano passado esteve presente, não participa este ano.

 

Para as sete agremiações que vão sair à rua, a autarquia aprovou, na reunião pública da última sexta-feira, 20, uma verba global de 22.750 euros, a repartir na mesma proporção por todas, o que representa mais 250 euros para cada agremiação, sublinha José Miguel Oliveira, o vereador com o pelouro do Associativismo.

 

A Mata, como habitualmente, é a entidade organizadora, em parceria com o município. Esta edição volta a não ter um cariz competitivo.

 

Vítor Pereira, presidente da edilidade, realça o papel das marchas na dinamização das colectividades e o empenho de muitas pessoas para que o evento se concretize.

 

“Isto é cultura, é entretenimento, é um cartaz turístico. Tem a ver com a nossa história, com a nossa identidade”, sublinha o autarca, que destaca o “muito entusiasmo e o muito calor humano” com que as marchas são recebidas pela população. “O povo sai à rua para as ver, para as vivenciar, para as acompanhar”, frisa.

 

Embora se tenha decidido não existir competição entre as colectividades, Vítor Pereira acentua a criatividade nas letras, nas músicas, nas roupas e “o orgulho que cada agremiação tem na sua marcha”. “Embora não exista uma competição, no sentido da avaliação, essa competição existe na mesma, na medida em que cada um quer dar o melhor de si”, acrescenta o presidente da Câmara da Covilhã.

 

 
Ana Ribeiro Rodrigues
 
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