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Director-geral da Santa Casa diz que ganha 2500 euros ilíquidos

2013-12-11
 


 
Luís Simões esclarece ordenado

 

De Luís Filipe Simões, director geral da Santa Casa da Misericórdia da Covilhã, o NC recebeu este Direito de resposta relativamente à notícia “Santa Casa dispensa Director-Geral” publicada na edição da passada semana.

“Foi publicado um artigo escrito, na edição do dia 04/12/2013 do Jornal Noticias da Covilhã, edição em papel, sob a autoria de Ana Ribeiro Rodrigues, na edição on-line, bem como nas redes sociais, nomeadamente na página do Facebook do referido Jornal, em que sou alvo e objecto de referências que ofendem o meu bom nome e reputação, sendo que são falsas as declarações ali proferidas.

Em conformidade com o exposto e nos termos do disposto no nº 1 do artigo 25º da Lei nº 2/99 de 13 de Janeiro, da Lei de Imprensa, venho, pela presente, exercer o Direito de Resposta, cuja publicação deve ser gratuita e feita na mesma folha da próxima edição do jornal edição em papel, na edição on-line e nas redes sociais, com o mesmo destaque, relevo e apresentação do escrito que a provocou. Muito agradeço que incluam a mesma fotografia que tiveram a gentileza de colocar no referido artigo, bem como dêem o devido destaque na 1ª página, fazendo referência ao salário ilíquido realmente ganho.

1. O salário que é apresentado como auferido pelo director-geral da instituição, é falso, sendo que o valor correcto é de 2.500€, refira-se ilíquido, e não aquele que é exposto de forma a procurar colocar em causa o próprio funcionário e a anterior Mesa Administrativa. Muito se estranha que a referida jornalista não tenha querido saber pelo próprio nem confirmar a notícia que lhe encomendaram, colocando-se no papel desagradável de mentir em nome de outros cumprindo objectivos que ela própria desconhece. Assim, estamos na presença não de um artigo jornalístico mas sim de um artigo publicitário, que neste caso nem sensacionalista lhe podemos chamar. Aliás, sensacionalista só mesmo a forma como o Sr. Neto Freire tem procurado denegrir a gestão anterior. A única coisa que se procurou com este artigo foi manipular deliberadamente os leitores, que naturalmente, se terão indignado com aquilo que lhes foi apresentado. Ou seja, por um lado temos uma instituição que está com dificuldades, por outro temos uma Mesa Administrativa que geriu danosamente, e que contratou um director-Geral por 4.329€. Mentira, é a única palavra que serve para definir o apresentado.

2. O presidente da Comissão, Sr. Neto Freire, tem procurado verter informação para os órgãos de comunicação social que põem em causa o normal funcionamento da instituição e atestam contra o bom nome daqueles que nela trabalham e trabalharam. O objectivo de veicular tais informações procura tão somente fundamentar o seu processo de gestão fazendo querer à Irmandade, aos funcionários e à Sociedade que existiu uma gestão danosa, apresentando-se ele como salvador neste processo. São ambas mentira, nem existiu gestão danosa, sendo que o passivo da instituição reduziu, como atesta o relatório do revisor Oficial de Contas, nem o Sr. Neto Freire é um salvador.

3. Após a publicação da referida noticia, é de estranhar, que às 9h:15m do dia 5 de Dezembro, o Presidente da Comissão, Sr. Neto Freire, entrasse no gabinete do Director-Geral para referir que, da notícia publicada, não foi ele ou qualquer outro membro da comissão, a fonte. Esta desresponsabilização em tudo estranha, vem demonstrar as práticas pouco claras num processo que já por si tem sido falho de decência e frontalidade. Solicitei por carta à Comissão que, se assim foi, como disse o Sr. Freire, que se impunha por parte da Comissão um desmentido pelas mesmas vias, por forma a repor a verdade dos factos. Estou em querer, no entanto, que isso nunca vai acontecer. Como aliás referi, para isso é preciso coragem, coerência e frontalidade. Existe aqui uma intenção clara de fazer terrorismo contra quem, bem intencionado, trabalhou em prol da instituição, tendo para tal saído de um instituto público.

Ressalvo que não quero aqui denegrir a imagem ou atentar ao bom nome do Sr. Neto Freire, que tem procurado ajudar a instituição, com as suas reconhecidas capacidades de benfeitor. Quero sim, é que não utilize o meu nome para atacar publicamente actos ou omissões de outros, nem tão pouco utilize os órgãos de comunicação social para fundamentar os seus métodos de Gestão. Quero sim, esclarecer e colocar a verdade nos factos. Tão somente.

 

4. Refere, ainda, a notícia que estas instituições não precisam de Director-Geral. Esse é um conceito muito próprio que procurará justificar a pretendida extinção do posto de trabalho de forma pública. Mas, até aí a falta de sustentação racional e de boa gestão foi manifesta. Em reunião tida no dia 30 de Agosto de 2012, com o Presidente da União das Misericórdias, Dr. Manuel Lemos e o então Provedor Sr. Pedro Paiva, dias antes da minha contratação, referiu o Presidente da União precisamente a importância destas instituições terem como figura um Director-Geral, que permaneça independentemente das Mesas Administrativas, e será melhor ressalvar Comissões Administrativas, salientou ainda que ele mesmo fez isso e apoiou essas práticas em várias Misericórdias.

Considero deplorável a forma como tem sido gerido este processo e não abdicarei de defender o meu bom nome e a minha imagem e até a imagem pública da Santa Casa da Misericórdia da Covilhã, que tem sido mal tratada. As mentiras colocadas no jornal, sobre o meu salário, procuram atacar de forma deliberada a minha pessoa e todo o passado da instituição.

A conduta da publicação, consubstancia ofensa material do bem jurídico, penalmente protegido, que a seu tempo será devidamente tratada.”

 

Nota de Redacção:

 

A notícia faz referência à intenção da SCMC dispensar o director-geral, que segundo o presidente da Comissão Administrativa (CA) representa um custo para a instituição no valor de 4329 euros, como é explicado na peça. É mentira? Foi a quantia adiantada por Neto Freire. Reparo que não fez qualquer referência a esse número nem o desmentiu na sua carta. Tem razão quando noutro local da edição em papel, abusiva e involuntariamente, se diz que ganha esse valor, quando não é feita qualquer referência ao seu vencimento líquido ou ilíquido no texto.


Quando tomou posse, a CA manifestou a intenção de propor a redução dos salários mais elevados e analisar contratos. Passado que estava mais de um mês, contactei o senhor Neto Freire, no dia 3 de Dezembro, para saber se havia novidades. E o que vem na notícia foram as novidades adiantadas e publicadas por terem relevância e interesse jornalístico, até tendo em conta o peso da instituição.


Não sei a que métodos o senhor Luís Simões está habituado, mas no NC não é prática receber “encomendas” e a “publicidade” vem devidamente assinalada.

ARR

 

 
 
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