Director Fernando Brito | Fundado em 1913 | Assinatura | Contactos | Publicidade | Ficha Técnica
Entrar | Registe-se | Ajuda
Casa dos Leitões
anúncios interad network
O semanário mais antigo
do Distrito de Castelo Branco
18 ºC18 ºC
Covilhã
Terça-Feira, 7 de Setembro
|
|
|
|
|
|
Subscrever RSS Feed RSS Feed
Onde estou? » Homepage

Farmácias procuram novas moradas

2010-06-16
 


 
Duas farmácias mudaram para a zona nova da cidade. Terceira está a caminho

 

Em breve o Centro Histórico da Covilhã terá menos uma farmácia. A mudança ainda vai demorar “uns tempos” mas será ainda no Verão, diz Jacinto Campos o responsável pela Farmácia Soares.

 

 

A ida para a parte nova da cidade, diz, foi uma opção do proprietário da farmácia. “Prende-se somente com a procura na melhoria de condições do espaço para o atendimento do cliente”, declara.

 

 

O novo espaço será nas proximidades do Complexo Desportivo da Covilhã. Bastante mais longe do que a actual localização, em pleno Centro junto aos CTT. “A mudança podia ser para aqui já ao lado se arranjássemos um espaço com as condições necessárias”, reitera Jacinto Campos.

 

 

Há quem concorde com o argumento. “Esta casa não tem condições para servir os clientes. Acho bem que vão para uma casa nova”, defende António Lucas. Também Pedro Alberto, que vive no Centro Histórico, concorda com a mudança. “É capaz de fazer mais jeito lá em baixo. É ao pé das unidades de saúde e tem mais estacionamento Aqui há farmácias suficientes para as necessidades das pessoas”. Maria José Leitão e Fernando Carvalho lamentam a saída da farmácia e a “desertificação” a que está sujeito o Centro Histórico, mas aceitam que é capaz de fazer mais sentido a localização da futura casa. “Começam a escassear os serviços nesta zona da cidade. Qualquer dia isto é um deserto”, queixam-se. “Só falta levarem a Câmara daqui”, ironiza Maria José.

 

 

Fernando Carvalho aproveita a deixa. “Só não levam as farmácias todas lá para baixo porque não podem”.

 

 

O covilhanense está longe de ter razão. Desde 2007 que é mais fácil alterar a localização das farmácias. A aprovação de uma portaria permitiu a não farmacêuticos aceder à propriedade de farmácias e simplificou a forma como decorrem as transferências. Deixou de ser necessário a obtenção de uma autorização ou o parecer de uma comissão de avaliação, constituída por dois elementos do Infarmed (Autoridade Nacional de Farmácia e do Medicamento) e um da Ordem dos Farmacêuticos. A única regra agora em vigor apenas impede a mudança de local a farmácias abertas há menos de dois anos.

 

 

Segundo dados do Infarmed, desde a entrada em vigor da portaria que já se mudaram 260 farmácias em todo o País.

 

 

Por parte da Tutela, o Ministério da Saúde já admite poder alterar a lei. A alteração à lei de 2007, caso avance, prevê que só com um parecer dado pela autarquia é que uma farmácia pode encerrar para abrir noutra localidade. Uma alteração que pode defender as localidades com menos habitantes, mas que não prevê as mudanças dentro de uma mesma localidade.

 

 

 

 

Já outras saíram do Centro Histórico

 


Há mais de quatro anos que a Farmácia Crespo deixou o Centro Histórico à procura de melhores condições. “Resolvemos a questão da falta de estacionamento e o difícil acesso a que estávamos sujeitos, e ao mesmo tempo acompanhámos a deslocalização da população”, explica Rosa Maria Abreu, responsável pela farmácia.

 

 

Situada na zona do Intermarché, a Farmácia Crespo foi a primeira a surgir na área. Hoje, com mais pessoal do que há quatro anos, a deslocalização parece ter sido uma aposta ganha. “As populações acabaram por sair beneficiadas já que viemos colmatar uma lacuna nesta zona”, conclui a responsável. Apesar dos clientes mais antigos da casa “não terem gostado muito”, confessa, na nova casa Rosa Maria Abreu encontrou uma nova geração de clientes, alguns, filhos dos ex-clientes.

 

 

Cerca de um ano depois seria a vez da Farmácia São Cosme alterar a sua morada. Originária da zona do Tribunal, a farmácia está implementada hoje na Alameda da Europa. “Mudámos para acompanhar a própria deslocalização da população”, refere Carlos Tavares, director da farmácia.

 

 

Antes da mudança houve “preocupação na decisão”, e a possibilidade de “prestar melhores serviços” foi, para Carlos Tavares, o ponto-chave para a sua concretização. Passados três anos o responsável diz que a alteração foi “de modo geral bem aceite” e reconhece até um “aumento da facturação”.

 

(Peça completa na edição papel)

 
João Filipe Pereira
 
Tags:
Classificar artigo: 
   
 
Comente Comente     Imprimir Imprimir     Enviar artigo Enviar artigo
Para comentar esta notícia tem de ser um utilizador registado
Entrar ι Registe-se
O Seu Nome:
O Seu E-mail:
O Nome do Amigo:
O E-mail do Amigo:
A sua Mensagem:
Código de Segurança:
Confirme o Código de Segurança.
Por favor insira os 6 caractéres que estão presentes na imagem.
A inserção dos caractéres é sensível a maiúsculas e minúsculas (case sensitivity).

EDITORIAL

Quem tem que pagar a crise?

Fernando Brito       Editorial

OPINIÃO

Imagens valem mais que mil palavras

sérgio gaspar saraiva
Editorial

 
Banner Lateral Direita
Anúncios Imobiliários
 

Terreno Para Construção


Terreno Para Construção

Para: Venda
Sinde, Tábua

Consultar

Moradia Geminada T4


Moradia Geminada T4

Para: Venda
Tavarede, Figueira da Foz

Consultar

Moradia Isolada T3


Moradia Isolada T3

Para: Venda
Febres, Cantanhede

Consultar

Moradia Geminada T4


Moradia Geminada T4

Para: Venda
Camarneira, Cantanhede

Consultar

NC TV

Bombeiros querem Campo de Treinos Municipal


Projecto tem que ser rentabilizado

Inquérito   Inquérito


Jornal Notícias da Covilhã Jornal Notícias da Covilhã - O semanário mais antigo do Distrito de Castelo Branco Jornal Notícias da Covilhã - O semanário mais antigo do Distrito de Castelo Branco, expertmedia, xmedia