O presidente da Câmara de Castelo Branco saudou na passada semana a adjudicação publicada em Conselho de Ministros do novo estabelecimento prisional, considerando a medida uma “fonte de emprego” para a cidade.
As novas instalações vão duplicar a capacidade de reclusos para cerca de 300 e com este aumento “o número de funcionários também deverá aumentar”, destaca Joaquim Morão.
A resolução do conselho de ministros autoriza o Ministério da Justiça a despender até 50 milhões de euros, por ajuste directo, e declara a utilidade pública da obra para efeitos de abate ou transplantação de árvores no local de execução.
Joaquim Morão, presidente da Câmara de Castelo Branco, refere à Lusa que o estabelecimento prisional é também “uma fonte de emprego”, pelo que o investimento “é uma boa notícia”. “Fizemos contactos em devido tempo para não perder o estabelecimento prisional, que precisava de ser renovado, e conseguimos este investimento, pelo que alcançámos os nossos objectivos”, conclui o autarca.
A Câmara Municipal de Castelo Branco cedeu ao Instituto de Gestão Financeira e Infra-estruturas da Justiça um terreno com 29,6 hectares, na zona da Feiteira, junto à Estrada Nacional 233. Por outro lado, à Câmara será entregue o Convento de Santo António, onde actualmente funciona a prisão.
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